por estes dias de chuva, em que o sol enfeitiçou as nuvens com os seus longos raios de sol e o arco-íris alegrou os céus com as suas cores.. os sonhos viajaram.. fizeram do azul dos céus uma máquina do tempo e foram uma realidade.. conduziram os seus passos até à serra que vestiu o mais belo traje para os receber..
passos que se guiaram por histórias de príncipes e princesas de tempos antigos e calcorrearam caminhos entre burgos e castelos altaneiros.. escreveram memórias.. deleitaram-se com paisagens de extensas planícies verdejantes de primavera.. ondulada por uma ou outra colina com a sua aldeia, o seu castelo, as suas gentes, as suas histórias e lendas de encantar.. assim é o marvão.. castelo de vide.. monsanto..
esses mesmos passos que não esqueceram caminhos bem conhecidos de outrora e recordaram momentos vividos.. agora renascidos no olhar encantado que doce e carinhoso beijou ao de leve as pedras do casario, daquela que é cenário de belas memórias.. a covilhã..
a serra foi destino daqueles passos.. cenário encantado das memórias de um conto de fadas.. esperava-os com o seu belo manto de um branco alvo, tocado ao de leve pelo vento gelado que alcoviteiro segredou o que deveria calar.. as árvores, as pedras e os animais viram e ouviram segredos que se haveriam de aquecer e enredar no crepitar das chamas de uma lareira.. lá para os lados da casa grande..
uma casa, uma lareira e o ondular das chamas da madeira que arde.. uma lareira capaz de enfeitiçar quem nela procure aconchego e descanse o olhar.. quem por ela deixe fluir os seus pensamentos inebriados pelo cheiro doce da lenha queimada, para que sejam embalados pela mais bela melodia do estalar da madeira ardida.. quem lhe confesse os seus segredos mais secretos e a deixe testemunhar o amor que acontece..
um amor singelo.. capaz de parar o tempo e que no seu longo abraço se fez eterno numa noite de luar, que chorando de emoção deixou as suas lágrimas soltas no sopro suave do ar da serra..
passos que se guiaram por histórias de príncipes e princesas de tempos antigos e calcorrearam caminhos entre burgos e castelos altaneiros.. escreveram memórias.. deleitaram-se com paisagens de extensas planícies verdejantes de primavera.. ondulada por uma ou outra colina com a sua aldeia, o seu castelo, as suas gentes, as suas histórias e lendas de encantar.. assim é o marvão.. castelo de vide.. monsanto..
esses mesmos passos que não esqueceram caminhos bem conhecidos de outrora e recordaram momentos vividos.. agora renascidos no olhar encantado que doce e carinhoso beijou ao de leve as pedras do casario, daquela que é cenário de belas memórias.. a covilhã..
a serra foi destino daqueles passos.. cenário encantado das memórias de um conto de fadas.. esperava-os com o seu belo manto de um branco alvo, tocado ao de leve pelo vento gelado que alcoviteiro segredou o que deveria calar.. as árvores, as pedras e os animais viram e ouviram segredos que se haveriam de aquecer e enredar no crepitar das chamas de uma lareira.. lá para os lados da casa grande..
uma casa, uma lareira e o ondular das chamas da madeira que arde.. uma lareira capaz de enfeitiçar quem nela procure aconchego e descanse o olhar.. quem por ela deixe fluir os seus pensamentos inebriados pelo cheiro doce da lenha queimada, para que sejam embalados pela mais bela melodia do estalar da madeira ardida.. quem lhe confesse os seus segredos mais secretos e a deixe testemunhar o amor que acontece..
um amor singelo.. capaz de parar o tempo e que no seu longo abraço se fez eterno numa noite de luar, que chorando de emoção deixou as suas lágrimas soltas no sopro suave do ar da serra..
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[ FOTOS: Serra da Estrela.. ]



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