gaivotas em terra tempestade no mar.. hoje deve ter sido assim, já que da minha janela vi o voo das gaivotas.. vi também o tempo fechado na direcção do mar e ouvi a chuva a bater na janela.. hoje foi um dia triste de inverno.. e a tempestade?.. essa foi certamente no mar, já o senhor da meteorologia havia informado ontem.. o mesmo dia de ontem, em que o sol sorriu e se ouvia pela rua fora o alegre cantar dos pardais, poisados no parapeito da minha janela.. assim muda o estado do tempo, num espaço de tempo que medeia entre a noite e o dia..
mas que tal mudar da natureza não cause espanto.. também nós fazemos parte dela e também nós mudamos o nosso estado de espírito.. um dia alegres e cantantes, capazes de inventar a vida.. para, no outro dia imediatamente a seguir, deixarmos escapar as lágrimas por entre as fissuras abertas nas paredes das represas que constituem os nossos olhos.. abertas com o estilhaçar da nossa alma provocado pela força incontrolável da tristeza que atinge o coração.. assim é a vida.. capaz de nos fazer atravessar uma panóplia de sentimentos..
mas que tal mudar da natureza não cause espanto.. também nós fazemos parte dela e também nós mudamos o nosso estado de espírito.. um dia alegres e cantantes, capazes de inventar a vida.. para, no outro dia imediatamente a seguir, deixarmos escapar as lágrimas por entre as fissuras abertas nas paredes das represas que constituem os nossos olhos.. abertas com o estilhaçar da nossa alma provocado pela força incontrolável da tristeza que atinge o coração.. assim é a vida.. capaz de nos fazer atravessar uma panóplia de sentimentos..
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