parecia irracional, mas não interessava.. agora sabia localizar aquele nome neste país que é portugal.. sabia sentir-se mais feliz e ainda com mais vontade de sorrir, no tempo presente.. e isso sim.. é que importava..
era quase capaz de sentir o pulsar do coração por detrás daquele boneco ao sabor da variação da sua cor: ora verde escuro, ora cinza claro.. quando o boneco se tornava verde escuro sabia que lhe bastaria pressionar uma tecla e responder-lhe-ia porém, quando o via cinza claro era sinal de que não iria haver resposta.. nesses momentos surgia sempre a pergunta.. e se a cor alegre daquele boneco se perdesse no tempo?.. não queria saber dessa possibilidade e desviava a atenção..
1 comentário:
O Messenger é como uma porta que deixamos aberta para os amigos entrarem. É uma forma de esbater distâncias. Mas também quase que uma máquina do tempo — no tempo real — onde encontramos e somos encontrados. Onde encontramos os outros e, por vezes, onde nos encontramos connosco mesmos. É uma “facada” na solidão dos dias mais cizentos, um sorriso ou uma lágrima que atravessa oceano.
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