dezembro 28, 2007

ilhas, algumas pequenas em dimensão e todas gigantes em tudo o mais..


tendo eu nascido num grande continente, tenho uma tendência natural para gostar de visitar ilhas.. já tive o privilégio de visitar a madeira e porto santo, a islândia e gremsey.. visitei também algumas ilhas dos açores, em particular s.miguel, pico, terceira, s.jorge e faial.. em francês cheguei á ilha da córsega e não menos importante, mas já em português, visitei as berlengas ao largo de peniche.. um pouco mais longe, e em espanhol, as ilhas urus e taquille no lago titicaca, peru..

a expectativa de uma viagem a um qualquer lugar deste belo planeta que eu amo de paixão é recebida por mim e pelos meus calcantes encarnados, sempre com muito entusiasmo.. mas esta minha predisposição para visitar ilhas é já uma realidade.. e, cedo começou, quando aos 3 anos de idade atraquei pela primeira vez no porto do funchal, na ilha da madeira, no decorrer de uma viagem de navio que partira de lisboa com destino a luanda, em angola..

talvez seja a imensidão do mar que circunda aqueles pedaços de terra de dimensão variada e que nos faz sonhar sentados, numa qualquer falésia ou baía, a observar um por do sol.. talvez as belezas naturais e únicas de cada um daqueles recantos.. talvez os costumes e as tradições que concentram em si a sempre riquissima cultura local.. talvez as suas gentes e sabores das suas comidas e bebidas, ou os cheiros das suas plantas.. decerto é tudo isto e mais um pequeno grande punhado de tantas outras coisas, diferentes e únicas aos olhos de cada visitante per si..

talvez seja a condicionante das suas pequenas dimensões, na maior parte das ilhas, que traduza a ideia de "visita completa num curto espaço de tempo".. mas tal é a mais errada das conclusões.. cada nova visita a uma ilha outrora visitada permite levar na bagagem mais uma uma belíssima memória e uma nova vontade de regressar muito em breve.. ou até procurar um porto seguro em alguma delas..

1 comentário:

Anónimo disse...

As ilhas têm esse condão de nos darem uma sensação de infinito e, ao mesmo tempo, de liberdade. Talvez porque o mar é, para os ilhéus, uma espécie de porta aberta para os sonhos. BJS